Ao lado do homem por milênios, o cão já se adaptou, mas ainda conserva seus próprios requerimentos comportamentais e nutricionais. Portanto, conhecê-los e respeitá-los é fundamental para garantir seu bem-estar e sua saúde.

A natureza felina dos gatos é sempre uma matéria de fascínio. Eles se adaptam com aparente facilidade à vida cotidiana, mas possuem exigências comportamentais e nutritivas próprias. Portanto, conhecê-los e respeitá-los é fundamental para garantir seu bem-estar e sua saúde.

Devido à sua composição, os alimentos Nutrição Saúde da Royal Canin fornecem de forma precisa todos os nutrientes essenciais com o intuito de contribuir diariamente e a longo prazo com o bem-estar e a saúde de todos os animais, levando em consideração sua idade, tamanho, condições fisiológicas e raça

Inovação para o bem estar de cães e gatos. Ao longo de 40 anos, Royal Canin tem trabalhado com criadores parceiros e veterinários nutricionistas para aprofundar cada vez mais na inovação e precisão, para nos permitir formular soluções nutricionais que se adequam perfeitamente às reais necessidades de cães e gatos.

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Convivendo com seu Filhote

Um gatinho bem treinado

Quando um gatinho chega a seu novo ambiente, por volta dos 3 meses de idade, muitos comportamentos já foram adquiridos graças ao papel preponderante de sua mãe, irmãos e do criador. No entanto, é importante assegurar que o gatinho se adapte a seu novo ambiente, pois sua educação deve estar perfeita até os nove meses de idade

O desenvolvimento comportamental do gatinho tem grandes consequências sobre o equilíbrio de sua vida adulta.
As atividades de higienização e alimentação (excluindo a sucção) são, em parte, inatas e o que falta ser aprendido é ensinado pela mãe.
Portanto, a partir da terceira semana de vida, o filhote deve fazer todas suas necessidades na caixinha de areia. Em geral, o filhote já está bem treinado até a sexta semana de vida. Em média, na quarta semana de vida, o filhote já consegue comer o mesmo alimento que a mãe, imitando seu comportamento e, assim, adquirindo suas preferências alimentares. Também é dentro de sua própria família que o filhote vai se familiarizar com os da mesma espécie e adquirir o autocontrole necessário, especialmente em relação a morder e arranhar. Mas a educação não para por aí!

Socialização, um período crucial

A socialização condiciona em grande parte o seu comportamento adulto já que é durante esse período que o filhote aprende a perceber como normal os acontecimentos e situações a que é submetido.
A socialização com o ser humano e outros animais acontece principalmente entre a segunda e a sétima semana de vida. Durante esse período, é necessário que o filhote se desenvolva em um ambiente que o capacitará a integrar todos os futuros estímulos a que será submetido: as brincadeiras e gritos das crianças, o barulho da televisão, música, latidos, interação com vários outros humanos, que vão pegá-lo no colo e brincar com ele, a proximidade e interação com outros animais, os objetos para brincadeiras, tais como bolas e caixas de papelão, que ele vai usar para se esconder, etc. Todos esses estímulos enriquecedores favorecem o bom desenvolvimento de um filhote

Quando o futuro dono assume

Totalmente tomado pela descoberta de seu novo ambiente, o filhote rapidamente se esquece de seus irmãos. Quando acolhido de forma adequada, é muito provável que se demonstre bem treinado. Porém, o dono deve passar um tempo com seu novo animal, brincando e observando suas preferências durante as semanas que se seguem à sua chegada.
Entre os comportamentos mais mal aceitos, o afiar das garras corresponde a uma necessidade bastante normal para um gato. É por isso que montar um arranhador vertical próximo a um de seus lugares favoritos ou instalar uma árvore de gato é uma obrigação.
Por outro lado, morder, mostrar agressividade e fazer as necessidades em lugares inadequados são comportamentos cujas origens devem ser buscadas, o mais rápido possível, com a ajuda de um veterinário. Uma vez que as causas forem identificadas, é muito mais simples remediá-las nessa idade.

Você deve treinar ao invés de punir

Punir um animal por qualquer problema, por exemplo, por fazer as necessidades no lugar errado ou se comportar mal, não exercita a capacidade do animal para entender. Pelo contrário, isto gera um medo que pode fazê-lo reproduzir o comportamento inadequado por falta de entendimento e, assim, correr o risco de ser punido pelo dono ou de levar a fama de ser mal comportado. Tal medo pode, então, transformar-se em ansiedade com consequências prejudiciais à saúde. Como questão de prioridade, educação deve se basear no bom conhecimento das necessidades do animal e na recompensa de sua boa aprendizagem.